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Quase que uma lua de mel… rs outubro 27, 2009

Posted by *Steph* in Bláblábá.
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Já estou com saudades daqueles dias quentes, aquele sol maravilhoso e da vista pro mar… Ai que saudade! (Como eu ODEIO esse tempo xinfrim que faz aqui em São Paulo… esse friochuvasolventotudodeumavezsó ¬¬)

Assim como compramos o apto antes de noivar, saímos em lua-de-mel antes de casar… (já vi que estamos criando essa “mania” de inverter a ordem das coisas… acho que só pra dar uma de do contras… rsrsrsrs) A viagem não foi planejada pra ser uma lua-de-mel, afinal o namorido foi a trabalho!

MAAAAAS mesmo a trabalho ele conseguiu alguns dias de “folga” e a gente conseguiu visitar muitos lugares legais lá em São Luis. Enquanto o namorido trabalhava eu ia pra praia curtir aquele solzão (p*ta vida boa… viu… eu podia viver eternamente assim, ó rsrsrsrsrs)

Chegamos de madrugada em São Luis e fui conhecer o novo apto que o namorido ficaria (eu achei BEEEEEEEEEEM melhor, porque esse era na cara da praia e o outro não! Mas o namorido gostava mais do outro que era maior. rsrsrs) Depois do soninho a nossa primeira parada foi: o Restaurante Cabana do Sol. Parada obrigatória se você for pra São Luis. Comemos salmão grelhado… delícia!

Outro ponto turístico muito legal é a Avenida Litorânea (eu procurei no Google alguma coisa sobre a avenida, mas não achei nenhuma informação relevante…) são muitos km de praia e quiosques. A vista é muito muito bonita! (paramos num quiosque por ali, mas e esqueci o nome do quiosque… sorry!)

Ainda no fim de semana, acompanhados pelos “locais” (rsrsrs) Nara e Leo, fomos até uma praia diferente de tudo o que eu já vi na vida: a gente entra com carro e tudo na praia! Sai andando de carro pela areia a procura da melhor “barraquinha” pra se parar o carro, estaciona e prontinhoooo tá tudo certo pra aproveitar o sol, pedir seu carangueijo (que é um prato muito comum por lá), a cervejinha (ou, no meu caso a Coca-Cola rsrsr) e descansoooo!

O centro histórico é outra parada obrigatória, seus imóveis foram declarados Patrimônio Histórico Mundial. As casas têm arquitetura colonial portuguesa adaptada ao clima quente e úmido, com fachadas de azulejo que serviam para impermeabilizar as fachadas de taipa. A cidade é chamada (também) de Cidade dos Azulejos. No centro histórico é possível comprar souvenirs (mini azulejos, tapeçaria, mini bois, guaraná jesus…), apreciar deliciosas caipirinhas (só as do Rafa… que as minhas sempre vinham zicadas pela Maldição da Caipirinha forte… rsrsrs), petiscos e a famosa Geléia de Pimenta (eu não curto muito pimenta, mas todo mundo que apreica uma boa pimentinha disse que é ótima a geléia (y)). É no centro histórico que você consegue assistir a apresentações de Tambor de Crioula, uma  dança típica, bem africana (é difícil descrever… só vendo mesmo pra entender e se encantar) e também encontra um mercado com os famosos camarões secos e a tiquira (pinga feita da mandioca).

Para quem ficou com vontade de um pouquinho de tudo isso, segue um slideshow link (update: desculpem, não sei porque não funcionou o slideshow rsrs quando der eu vejo direitinho isso!) das fotinhos do MA. E pra mim, sobra só a saudade mesmo… (ai que vontade de chorar!!!!)

 

Em tempo: Ei… Rafa… quando vai ser nossa segunda lua-de-mel, hein??? =D

Beijos pra todo mundo.

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Meu carnaval em Campos do Jordão março 22, 2009

Posted by *Steph* in Bláblábá.
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Sim, eu passei o Carnaval em Campos do Jordão!!! (É… todo mundo me disse que não era época. Ir em pleno Verão pra lá! Tudo do contra!)

E, apesar de não ser época de ir pra lá, a cidade estava cheia. Muita gente pensou em fugir do ziriguidum e ir curtir uma coisa mais calma no Carnaval. Que cidadezinha mais aconchegante! Dizer que tem muita coisa pra fazer por lá é mentira. Olha pro lado: montanha, montanha, montanha. Sem dúvidas a vista é linda lá de cima, mas o mais legal da cidade é mesmo a parte gastronônica da viagem.

Fiz um roteiro bem turístico mesmo e recomendo:

DIA 1

Pico do Itapeva (A vista é mesmo muito bonita. Mas achei o ponto muito “comercial” demais. Lá no pico da montanha, onde deveria ser a melhor vista, fecharam uma parte do pico e montaram uma feirinha com diversos stands de malhas. Muita coisa bonita e barata – que é o que faz valer a pena o lugar, porque a vista não é lá tão bonita. A melhor vista desse ponto fica um pouco antes de chegar. Onde existe um bolsão no meio da estrada. Sem dúvidas, vale a pena parar pra apreciar. No meio do caminho também tem um lago incrível no meio das montanhas, e você fica se perguntando como é que aquilo foi parar ali. Lindo demais mesmo.)

Ducha de Prata (É…. legalzinho… rsrsrs e só. Dá pra ver em 5 minutos e ir embora. Demorei um pouco mais porque comi um pastel e tomei um sorvetinho)

(Depois disso tudo, uma pausa no hotel pra dormir e recuperar as energias, já que a noite prometia no centro de Campos e seus milhares de bares e restaurantes)

À noite, o frio apareceu do nada, nem lembrava mais o calor de 40º que havia feito durante o dia. (ainda bem que levei um casacão de frio….) Fomos até a conhecida Baden Baden, recomendada por muitas pessoas. Mas estava tão cheio que não tinha lugar nem pra uma pulga. Resolvemos ir no Villa di Phoenix (fica bem do ladinho da Baden Baden, foi uma boa pedida. Baldinho de Norteña pro Rafa, uma Pepsi gelo limão pra mim e uma porçãozinha de isca de frango – eu sou APAIXONADA por isca de frango. Achei bem aconchegante, tinha aquecedores, os garçons nos atenderam muito bem e a banda tinha um repertório bem legal.)

DIA 2

Pedra do Baú (Sem dúvidas, o melhor passeio que fizemos na viagem toda. É longe, muito longe mesmo. A estrada de terra – pedra, buraco, mato, lama – é bem ruinzinha e longa, e a sinalização também deixa a desejar. No fim da estradinha de terra aparecem a mata fechada e uma pequena casinha escrito INFORMAÇÕES. E ali, ficamos sabendo que existem 2 maneiras de se chegar na Pedra do Baú: Trilha de 3 horas com cachoeira e Trilha de 30 minutos ida e volta. Paramos pra pensar e…. ok.ok. Trilha de 30 minutos. rsrsrs. Depois da subida, a vista vale cada km andado na estradinha de terra. Dá vontade de sentar e ficar ali, pensando na vida – se não fosse o xilique do Rafa, que tem medo de altura… a gente teria passado mais tempo por lá.)

Morro do Elefante (É onde fica o teleférico, mas não foi nesse dia que andei nele. No topo do morro tem um belo jardim suspenso, onde ficam alguns colombianos – bolivianos… paraguaios… sei lá – tocando músicas típicas com aquelas flautinhas de bambu… – acho que eram índios, maias… sei lá²)

(Na descida paramos no “Pizza ao quadrado” para almoçar. As pizzas vem em retângulos, você escolhe os sabores e quando estão aquecidos vem num papelão bem legal. E, depois: hotel… dormiiiiiiiiiir – uma das minhas partes favoritas)

À noite, tentamos a Baden Baden. (Fomos mais cedo, pra garantir um lugarzinho nas disputadas mesas). Tomei a cerveja Golden, bem docinha, uma delícia. Vale a pena experimentar.

DIA 3

Último dia. Foi dia de acordar mais tarde, tomar o café e arrumar as malas. Fizemos o check out do hotel e fomos até o centro comprar chocolates e, finalmente, ir no teleférico (todo mundo me recomedou ir: tipo – se não for no teleférico, não foi pra Campos… rsrsrsr)

Teleférico (Subimos até o Morro do Elefante e descemos. Assim mesmo, sem muita emoção. Pra mim, pelo menos. rsrsrs O mesmo não se pode dizer do Rafa…. rsrsrsrs né, Rafa o_O )

E, depois do teleférico, fizemos as compras de chocolates (huuuuuum) e bye bye Campos.

Enfim, viagem perfeita. Vale a dica de roteiro 😉

Beijo todo mundo!